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Na ocasião, foi apresentada a série “Narrativas LGBT”, produção de curtas desenvolvida pelo Observatório da Saúde LGBT, que apresenta em vídeos de 1 minuto relatos de pessoas LGBTs contando suas histórias no intuito de promover uma reflexão na comunidade que sirva como mais uma ferramenta de combate ao preconceito e discriminação existentes em nossa sociedade

Por Tamires Marinho

Em comemoração ao mês das mulheres, o Observatório da Saúde LGBT, vinculado ao Núcleo de Estudos em Saúde Pública da Universidade de Brasília (NESP/CEAM/UnB), em parceria com a Diretoria de Diversidade (DIV/UnB), promoveu um encontro na última terça-feira, 06/03, para discutir a saúde das mulheres LBTs.

O encontro teve como objetivo abrir espaço para que as mulheres Lésbicas, Bissexuais e Transexuais (LBTs) falassem sobre suas necessidades de saúde que frequentemente são ignoradas durante os atendimentos básicos prestados nos serviços de saúde.

De acordo com Eliane Brito, pesquisadora do Observatório da Saúde LGBT, essa negligencia nos atendimentos às mulheres LBTs ocorre em função do preconceito e dos estereótipos associados à essa população. "As mulheres lésbicas, bissexuais e transexuais não são reconhecidas como mulheres  e por isso frequentemente são esquecidas nas discussões que tem como foco a saúde e a sexualidade dessa população. É como se a representatividade da mulher nesses espaços fosse contemplada exclusivamente pelas mulheres héteros e brancas".

Na ocasião, foi apresentada a série “Narrativas LGBT”, produção de curtas desenvolvida pelo Observatório da Saúde LGBT, sob coordenação do historiador Henrique Medeiros, que apresenta em vídeos de 1 minuto relatos de pessoas LGBTs contando suas histórias no intuito de promover uma reflexão na comunidade que sirva como um ponto de partida para o combate ao preconceito e discriminação dessa população.

Participaram do encontro representantes da Associação Lésbica Feminista de Brasília Coturno de Vênus, da Diretoria de Diversidade da UnB e do Observatório da Saúde LGBT. O encontro faz parte da Semana da Mulher da UnB que se integra a agenda do Conselho de Direitos Humanos da instituição.

 
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