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Saúde da mulher negra: como o machismo e o sexismo ampliam a desigualdade no acesso e qualidade em saúde

Andréia Simplício - NESP

Dando continuidade a série "Interfaces Temáticas" do Observatório da Saúde da População Negra, vinculado ao Núcleo de Estudos em Saúde Pública do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da Universidade de Brasília (PopNegra/NESP/CEAM/UnB), a graduanda em Serviço Social pela Universidade de Brasília, Andreia Simplício apresenta um panorama sobre a situação de saúde das mulheres negras no Brasil, na compreensão de que o sexismo e o racismo atuam de forma interseccionada, elevando o patamar de desigualdade no acesso e qualidade em saúde, assim como na incidência da violência. 

Confira: “Saúde das Mulheres Negras” 

 
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