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Notícias

Observatório de Saúde Bucal

O Programa Nacional de DST/Aids, em parceria com a área Técnica de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Universidades Públicas, Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde e os Pólos de Educação Permanente em Saúde realizou o "Curso de Formação de Facilitadores em Educação Permanente para Saúde Bucal e DST/Aids" para cirurgiões-dentistas da rede pública de todo o país.

Esse curso de formação faz parte da política nacional de educação permanente em saúde, cujo objetivo é de agregar conhecimentos, reflexão crítica sobre o trabalho. A formação permanente, no campo da Aids, para cirurgiões-dentistas busca aumentar o conhecimento desses profissionais sobre a doença, os processos, suas manifestações bucais e modos de transmissão do HIV e, não obstante, superar problemas éticos que ainda persistem manifestados por condutas como abandono de pacientes e recusas de atendimento, provavelmente devido ao despreparo, medo e preconceito.

Com esses objetivos, o PN-DST/Aids-MS cumpre sua missão maior de avançar na consolidação de um dos princípios básicos do SUS, que é a atenção integral e humanizada, tratando os usuários sem discriminação, preconceito e com respeito aos seus direitos e a sua dignidade.

O Programa Nacional de DST/Aids propõe a educação permanente como conceito pedagógico capaz de promover a agregação entre aprendizado, reflexão crítica sobre o trabalho e resolutibilidade da atenção aos portadores de DST e pessoas vivendo com HIV/aids, definindo de forma descentralizada a ação locorregional desta política e fortalecendo as parcerias interinstitucionais e o controle social sobre a política nacional em DST/HIV/Aids.

Metodologia e estrutura

O processo de formação dos facilitadores aconteceu por meio de um curso de extensão com 136 horas distribuídos em dois módulos presenciais, num total de 80 horas, intercalados por momentos de dispersão com 40 horas e construção/repactuação do projeto regional de 16 horas. A pedagogia de escolha para realização dos módulos presenciais será a problematização da realidade local e profissional com a equipe de facilitadores.

A metodologia da problematização proposta é centrada na reflexão do dia-a-dia, estimula um processo de desconstrução e de busca de outros diferentes saberes que compõem a nova construção deste cotidiano, possibilitando desenvolver habilidades de observação, análise, avaliação e cooperação entre os membros do grupo para a superação de conflitos.

Nos encontros presenciais, cada um com a participação de facilitadores e monitores realizaram discussões e trocas de experiências relacionadas ao processo de elaboração e implementação locorregional, das ações de educação permanente em saúde.
As atividades propostas para os encontros presenciais são:

" apresentações e debates em torno dos temas;
" atividades em pequenos grupos, utilizando-se roteiros com questões problematizadoras;
" leitura de textos, debates e elaborações de sínteses e propostas para encaminhamento das questões problematizadas nas discussões;

No intervalo entre os dois encontros presenciais foram realizadas atividades à distância, buscando dar continuidade às ações e estimular, nos facilitadores, a capacidade de análise e de articulação nas bases locorregionais, com vistas à consolidação da educação permanente em saúde. A elaboração e implementação do projeto locorregional será acompanhada pelo monitor.

Estrutura
ATIVIDADE MÓDULOS CARGA HORÁRIA
UNIDADE 01
A Formação dos Facilitadores de Práticas de Educação Permanente em Saúde Bucal Para DST/Aids.
MÓDULO I - O Facilitador de Práticas de Educação Permanente em Saúde. 14 horas
MÓDULO II - Política Nacional de DST/ Aids.
Manifestações bucais em DST/Aids 12 horas
MÓDULO III -Política Nacional de Saúde Bucal.06 horas
MÓDULO IV - O Projeto de Educação Permanente em Saúde Bucal para DST/Aids nos Estados.08 horas

UNIDADE 02 Construção do diagnóstico Locoregional
MÓDULO DE DISPERSÃO - Diagnóstico da situação problema nos estados e municípios 24 horas

UNIDADE 03
Atenção em Saúde Bucal Aos Portadores de DST/HIV/AIDS
MÓDULO I - Atenção em Saúde Bucal com Qualidade (Bioética/ Humanização) 12 horas
MÓDULO II - Controle de infecção e biosegurança na prática odontológica 28 horas

Controle das Doenças Sexualmente Transmissíves HIV-AIDS

Pesquisadores apresentam primeiras impressões da pesquisa em quilombos. Acesso da População Negra ao Diagnóstico e Tratamento da DST-HIV-AIDS é o projeto de pesquisa orientado pelo Prof. Dr. Edgar Merchan Hamann, coordenador do NESP, e que será desenvolvido durante três etapas em 12 quilombos distribuídos nos estados da Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Acesse: http://www.nesp.unb.br/quilombo.htm

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