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Rede de Observatórios em Saúde e Equidade (ROSE) exibiu 12 curtas com relatos da população LGBT e da população em situação de rua

Por Tamires Marinho

Compreender como os fatores sociais, econômicos, culturais, étnicos-raciais, psicológicos e comportamentais influenciam na vida das populações negra, LGBT, do campo, da floresta e das águas e em situação de rua, e como tais fatores podem determinar a ocorrência de problemas de saúde, são alguns dos objetivos estabelecidos pela Rede de Observatórios em Saúde e Equidade (ROSE).

Nesse sentido, o Observatório da Política Nacional de Saúde Integral da População em Situação de Rua (PopRua) e o Observatório da Política Nacional de Saúde Integral da População LGBT (ObservaLGBT) vêm desenvolvendo uma série de documentários no intuito de registrar a realidade dessas populações, dando voz e visibilidade à elas, além de promover o debate acerca da implementação das políticas públicas de saúde instituídas atualmente no Brasil e que visam a garantia  dos seus direitos.

Para representar uma amostra dessa realidade os referidos Observatórios participaram na última segunda-feira, 26, do V Encontro Internacional de Comunicação em Saúde, promovido pelo Laboratório de Educação, Informação e Comunicação em Saúde da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (ECOS/FS/UnB), onde apresentaram as obras “Cortes de Riscos” e “Projeto Memórias” que compõem parte das produções que vêm sendo desenvolvidas pelo grupo. Na ocasião, cada Observatório apresentou seis curtas abordando diversos aspectos vividos pelas populações LGBT e em situação de rua destacando as lutas e os desafios do seu cotidiano.

A atividade contou com a participação de estudantes, professores e servidores da FS, além de profissionais e especialistas da área de comunicação e saúde nacionais e internacionais.

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