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O Observatório de Políticas de Atenção à Saúde Mental no Distrito Federal (Obsam) realizou na segunda- feira, 29, no auditório I da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (FS/UnB), mais uma etapa do processo formativo do “Curso de indicadores para a qualificação da gestão e do trabalho em saúde mental” com um dia de partilha de experiências desenvolvidas nos Centro de Atenção Psicossocial (Caps).

Cada equipe da rede Caps apresentou até três experiências a fim de socializar e problematizar diretrizes para um cuidado integral envolvendo o território e a co-responsabilização da gestão e da participação social.

A deputada Erika Kokay foi convidada e esteve presente no período da manhã, onde pode ouvir depoimentos  dos usuários e de profissionais sobre a importância das atividades do Obsam para a integração da Rede Caps, propiciando espaços de conhecimento, trocas e de reconhecimento dos sujeitos que tecem a malha da produção do cuidado em saúde mental.

Na roda de conversa as coordenadoras do Obsam, professoras Maria da Glória Lima e Maria Aparecida Gussi discorreram brevemente sobre as ações do Observatório em seu primeiro ano, com destaque para o movimento de aproximação e diálogo entre usuários, trabalhadores e gestores das unidades da rede composta pelos Caps álcool e drogas, transtorno, infantil infanto juvenil e o Adolescentro, com foco na construção conjunta de indicadores que possam possibilitar a auto avaliação dos serviços e a reorganização dos processos de trabalho com vista a uma assistência mais qualificada. Ressaltaram também o apoio para a sustentabilidade da  Diretoria de Saúde Mental do Distrito Federal (DISAM), representada pela Psicóloga Karime Porto, que também integra a equipe do Obsam.

A deputada Erika destacou a importância de trabalhos dessa natureza para fortalecer a rede de atenção e a necessidade de ampliar a rede Caps como estratégica para avançar nos desafios da reforma psiquiátrica. Apontou para necessidade de acabar com os hospitais psiquiátricos especializados, como também ampliar a rede para atender outros grupos populacionais, a exemplo dos “internados” no sistema prisional. Ressaltou, ainda,  o caminho pela rede intersetorial como avanço e o amplo espectro de desafios a ser enfrentado pela Rede de Atenção Psicossocial.

Na voz dos presentes a esse encontro, a partilha de experiências ampliou as possibilidades de organização dos processos de trabalho da Rede de Atenção Psicossocial do DF, a aproximação das pessoas que ocupam esses cenários para que pudessem se conhecer e reconhecer como atores de mudança social e dimensionar os Caps como uma rede de intervenção forte e ampla na saúde mental do DF.

Os participantes do encontro saíram com a certeza que o recorte das experiências intensamente vivenciadas e aqui apresentadas foram motivadoras na continuidade da construção de processos de trabalho com fortalezas em estratégias de mobilização social, ampliação de parcerias e acreditando que é possível aprimorar e alcançar resultados promissores na saúde mental.

 

Fonte: FS/UnB

 
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