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Foto Tânia Mello

Representantes de movimentos sociais e gestores apresentaram propostas iniciais a respeito da Gestão Participativa do SUS nas Políticas de Equidade

 Por Waléria Fortes

Na última terça-feira, 11, o Núcleo de Estudos em Saúde Pública do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da Universidade de Brasília (NESP/CEAM/UnB), junto ao Departamento de Apoio à Gestão Participativa e ao Controle Social da Secretaria de Gestão Estratégica Participativa do Ministério da Saúde (DAGEP/SGEP/MS), realizou o Encontro Nacional dos Comitês das Políticas de Equidade e Educação Popular em Saúde.

A mesa de abertura contou com a presença da Secretária Substituta da SGEP/MS, Vanísia de Sousa Santos, do Diretor do DAGEP, Esdras Daniel Pereira, da Coordenadora do NESP/CEAM/UnB, Ana Valéria Machado Mendonça, da Assessora Técnica do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), Denise Rinehart, e da Coordenadora do Movimento Nacional da População de Rua na Bahia, representando os movimentos sociais, Maria Lúcia dos Santos Pereira. O evento foi marcado pela presença de representantes de movimentos sociais, universidades, gestores e pesquisadores, e apresentou reflexões iniciais a respeito da Gestão Participativa do SUS nas Políticas de Equidade, Educação Popular em Saúde e Participação Social.

Para o Diretor do DAGEP/MS, Esdras Daniel, a reunião estratégica dos comitês nacionais produz esforços e integra todos na luta pela implementação das Políticas de Equidade em Saúde do SUS em todo o território nacional. “Nós temos sim a capacidade de influenciar os processos de gestão e de garantir que essas políticas ganhem materialidade nos municípios”, relata Esdras.

Denise Rinehart, Assessora Técnica do CONASEMS, acredita que o encontro é mais uma oportunidade para discutir e compreender a diversidade como ponto comum que une de fato os movimentos sociais. “Temos dificuldade para compreender a igualdade, quem dirá a equidade”, afirma Rinehart. Segundo a assessora, tratar a equidade na sociedade brasileira é muito complicado. “Para muitos, tratar todos igualmente é o suficiente, mas sabemos que isso não basta. Queremos ser vistos em nossas especificidades, e isso não é uma fraqueza”, conclui.

A Coordenadora do NESP e da Rede de Observatórios de Políticas de Promoção de Equidade no SUS, Ana Valéria Machado Mendonça, agradeceu a contribuição e desempenho das equipes e ressaltou a importância da parceria entre as instituições. “As instituições são feitas de pessoas e eu não estaria representando um núcleo e uma rede de observatórios sem que houvesse vontade política e desembolso financeiro do Ministério da Saúde”, afirma a coordenadora. Ela destacou ainda a inserção de dois novos observatórios à Rede, o de Educação Popular em Saúde, coordenado por Carlos Silvan, e o Observatório da Saúde da População Cigana, coordenado pelo Prof. Suderlan Sabino.

 
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