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Nos últimos 35 anos, ocorreu cerca 1,5 milhão de assassinatos no Brasil, segundo dados do IPEA, levando o Brasil à condição de campeão mundial em homicídios. Jovens, negros e com baixa escolaridade são a maioria das vítimas. As mulheres estão nessas estatísticas. A violência e morte contra elas não podem ser um fenômeno naturalizado. É preciso dar uma basta a esses tempos bárbaros que teimam em manchar o mapa da violência em nosso país. As taxas de homicídio no Brasil, hoje, são parecidas com as que vigiam em muitos países europeus – como Inglaterra, Alemanha, Suíça e Holanda – entre os séculos XIII e XVI, no limiar do Renascentismo.

Para construímos e cultivarmos a cultura de paz, assim como os europeus fizeram, é urgente e imperativo educarmos uns aos outros, no sentido de resgatarmos os princípios e valores humanistas da vida. Essa é uma corresponsabilidade de cada um (a) e de todos : mulheres, homens, organizações, instituições, lembrando que um novo cenário é possível, mas não será resultado do acaso ou de uma marcha predestinada, o compromisso é aqui e agora, não esqueçamos que o futuro ainda está por ser escrito e nessas letras cabem abrir os caminhos para a segurança, a paz e a vida saudável das mulheres e homens do nossa Brasília/Brasil.

Convidamos aos estudantes, técnicos administrativos, professores, pesquisadores, comunidade em geral a pensamos juntos e encontramos remédios para curar essa ferida que assola e entristece nossa nação.

Serviço

Seminário Lei do Feminicídio: Processo histórico, Aplicação e Desafios
Data: 28 de junho de 2016
Horário: 8h
Local: Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade de Brasília, Campus Universitário Darcy Ribeiro, Asa Norte, Brasília,DF

 

 

 
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