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 Por Waléria Fortes

 Neste ano, em que a revista Tempus Actas de Saúde Coletiva, periódico especializado em saúde pública editorialmente vinculado ao Núcleo de Estudos em Saúde Pública (NESP) do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares (CEAM) e ao Departamento de Saúde Coletiva (DSC) da Faculdade de Ciências da Saúde, ambos da Universidade de Brasília, e coordenado pela Unidade de Tecnologias da Informação e Comunicação em Saúde (UTICS), comemora uma década de publicação em saúde pública, a Associação Brasileira de Editores Científicos juntamente celebra seus 30 anos de publicação de artigos científicos.

Fundada em 28 de novembro de 1985, a Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC) é uma sociedade civil de âmbito nacional, sem fins lucrativos e de duração indeterminada. Unificando pessoas físicas e jurídicas, a associação tem por interesse desenvolver e aprimorar a publicação de periódicos técnico-científicos, aperfeiçoar a comunicação e divulgação de informações e manter o intercâmbio de ideias, o debate de problemas e a defesa dos interesses comuns. O objetivo da ABEC é zelar pelo padrão da forma e do conteúdo das publicações técnico-científicas no país, manter contato com instituições e sociedades correlatas do país e do exterior, divulgar regularmente matérias de interesse editorial técnico-científico e promover conferências, seminários e cursos no âmbito de seus objetivos. De acordo com o presidente da ABEC, professor Rui Seabra Ferreira Junior, há desafios na carreira de editor a serem superados, além da necessidade de novos editores nesse mercado.

Confira o bate-papo com Rui Seabra.

 

Qual é a importância da ABEC nestes 30 anos de publicação de artigos científicos?

Rui Seabra: A ABEC certamente ajudou a colocar muitos periódicos no cenário internacional. Temos ajudado, nestes últimos anos, na formação de editores jovens e staff editorial, visto que a editoração científica é um assunto pouco difundido quando olhamos para o lado profissional da atividade. Atualmente internacionalizamos a ABEC para poder ainda mais estender a sua representação; temos trazido constantemente a nossos eventos editores plenos de grandes periódicos internacionais e, por fim, provido serviços editoriais a nossos associados. Um desses exemplos é que a ABEC é a representante exclusiva no Brasil para o CrossRef, associação internacional que provê os números DOI para os artigos científicos.

 

Qual é a importância de a revista Tempus Actas integrar a base de dados do LILACS?

Rui Seabra: A revista Tempus Actas ainda é um periódico científico bastante jovem, porém já vem conquistando importantes espaços e indexações. A base de dados LILACS é um exemplo. Isso demonstra o trabalho sério e a política editorial adequada que seu corpo de editores vem proporcionando.

 

Que vantagens a indexação traz aos periódicos?

Rui Seabra: Toda indexação traz de maneira direta a divulgação do periódico. Com isso, ele é mais visto e acessado, aumentando a chance de que seus artigos sejam lidos e citados, além da possibilidade de receber artigos de novos autores. Além disso, todo indexador tem critérios rígidos de qualidade, os quais precisam ser alcançados pelo periódico anteriormente e como pré-requisito para que seja então aceito na base de dados.

 

O que é preciso para melhorar e/ou facilitar a publicação desses artigos científicos?

Rui Seabra: O corpo editorial precisa ser proativo na busca de novos autores e bons artigos para publicação. Uma política editorial com um planejamento em médio prazo é necessária para que alguns resultados apareçam. E, acima de tudo, a qualidade dos artigos publicados é o verdadeiro cartão de visitas do periódico.

 
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